O que temos visto hoje é uma guerra de alicerces, o que garante o grande risco que a sociedade está vivendo. Quando olhamos essas pautas do marxismo cultural, do progressismo, da ideologia de gênero, do aborto, “meu corpo, minhas regras”, essa cultura da fornicação, da imoralidade, onde não existe Deus, logo há pecado e não há limites para nada. Como igreja, funcionamos como uma consciência da sociedade, cumprindo um papel de dizer o que é certo, errado e de colocar o limite. Em minhas redes sociais, procuro ser ativo nessa guerra de valores, pois acredito que devemos cumprir este papel. Como igreja, devemos ter um posicionamento em relação a esses valores e questões que são de natureza absoluta. Como igreja, devemos estar presentes em todos os segmentos da sociedade, marcando essa posição em relação aos valores morais que são os absolutos de Deus, com uma pauta conservadora e um estilo de vida baseado em princípios bíblicos. Precisamos resgatar a cultura judaico-cristã e marcar a nossa posição.